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M&A na indústria de gestão de ativos tende a manter ritmo acelerado
Apesar do ambiente macroeconômico adverso, assets buscam oportunidades em fintechs e negócios especializados em ESG
M&A, M&A na indústria de gestão de ativos tende a manter ritmo acelerado, Capital Aberto
O número de M&As envolvendo gestores de ativos e patrimônio aumentou 50% entre 2020 e 2021. | Imagem: Freepik

Embora o ambiente macroeconômico esteja menos favorável às operações de fusões e aquisições (M&A), essas transações devem continuar aquecidas no mercado de gestão de recursos. Com o avanço da tecnologia, o setor tem se tornado cada vez mais competitivo. E, ao se juntarem ou adquirem outros players, as assets ganham musculatura para acompanhar a concorrência e as tendências de investimento. 

No ano passado, as gestoras de recursos encabeçaram um nível recorde de transações de M&A. O número de negócios envolvendo gestores de ativos e patrimônio aumentou 50% entre 2020 e 2021. Uma das aquisições mais notáveis foi a compra, pela Franklin Templeton, da Lexington Partners, que investe em participações secundárias de private equity, por 1,8 bilhão de dólares. A Vanguard também chamou a atenção do mercado, com a aquisição da Just Invest, que atua na área de “direct indexing” por 1 bilhão de dólares. A estratégia de “direct indexing” consiste na compra das ações subjacentes de um índice, em vez da aquisição de um fundo mútuo que acompanhe determinado benchmark ou ETF

“Eu acredito que o movimento de transformação, mudança e consolidação no setor de gestão de recursos irá continuar. E no mesmo ritmo acelerado do ano passado”, afirmou Sid Khosla, sócio da E&Y, à Institutional Investors.  

Na visão dele, os gestores de ativos buscarão aquisições em negócios que contribuam para sua eficiência operacional ou sejam especializados em ESG (sigla, em inglês, para práticas ambientais, sociais e de governança), tópico que tem ganhado cada vez mais apelo entre os investidores.  

Também devem estar no alvo das gestoras oportunidades de compra de startups de tecnologia financeira. O interesse nas fintechs deve-se ao fato de que elas podem ajudar os gestores tradicionais a desenvolverem estratégias de distribuição, possibilitando que alcancem novos clientes e acelerem a sua transformação digital.

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