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Short selling combina com ESG?
Estratégia pode ser usada para pressionar as companhias a serem mais sustentáveis
Short selling e ESG
As vendas a descoberto podem reduzir em até 140 bilhões de dólares os investimentos nos maiores emissores de carbono do índice S&P 500 | Imagem: Freepik

O ativismo dos acionistas e o desinvestimento têm sido as estratégias preferidas dos investidores interessados ​​em pressionar as companhias a alcançarem metas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês). Mas assumir posições vendidas em empresas que não seguem essas práticas também pode ajudar, na visão de alguns participantes do mercado. 


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Em entrevista à Institutional Investor, James Jampel, fundador da HITE Asset Management, que gere 700 milhões de dólares, afirmou que o short selling pode desempenhar um papel poderoso em ajudar a economia a reduzir as emissões de carbono. E pode até funcionar melhor do que o engajamento dos acionistas, porque permite que os investidores evitem o conflito de interesses que surge ao manterem posições de longo prazo nas companhias.  

De acordo com Jampel, como esse tipo de investidor tem o dever fiduciário de gerar retorno por meio da valorização das ações, eles são menos propensos a apoiarem políticas ESG que possam reduzir o valuation das empresas. Os investidores que operam a descoberto, por outro lado, não teriam essa amarra. 

Por mais inusitada que a afirmação pareça, o fato é que já há estudos que mostram que as vendas a descoberto poderiam ser úteis no alcance de meta ESG. Um white paper produzido pela Harvard Management Company e a Managed Funds Association descobriu recentemente que as vendas a descoberto podem reduzir em até 140 bilhões de dólares os investimentos nos maiores emissores de carbono do índice S&P 500, pressionando-os a serem mais sustentáveis. A estratégia, conforme o estudo, oferece dois benefícios claros. Primeiro, pode aumentar ainda mais a pressão de venda sobre ações de empresas que não estejam comprometidas com os princípios ESG. Segundo, permite que os investidores exerçam um papel de agentes de mudança sem criar riscos relacionados ao ESG para seus portfólios. 

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