Regulador britânico quer que empresas incluam trabalhadores nas decisões

Revisado, código de governança pretende intensificar interação entre o comando das companhias e seus stakeholders

Governança Corporativa/Internacional / 20 de julho de 2018
Por 


Ilustração: Rodrigo Auada

O Financial Reporting Council (FRC), órgão regulador do mercado de capitais do Reino Unido, lançou neste mês uma versão revisada de seu código de governança corporativa, com princípios adicionais. Um desses acréscimos diz que as “companhias não existem isoladamente” e que, por isso, têm um papel importante na sociedade, de geração de empregos e de prosperidade econômica. A recomendação é que a cultura das empresas promova integridade, transparência, valorize a diversidade e leve em consideração as visões de acionistas e outros públicos ligados à empresa — como os trabalhadores.

Outro princípio estabelece que o conselho de administração deve ser o responsável pela elaboração de políticas que reforcem uma cultura saudável e que os conselheiros precisam manter um bom relacionamento com os empregados. O FRC recomenda que um membro do board seja indicado pelos funcionários ou que o conselho conte com uma comissão consultiva a eles vinculada — aceita, ainda, alternativas que promovam a participação desse grupo nas decisões.

Ao frisar a importância de empregados e demais stakeholders, o regulador britânico deixa claro que executivos precisam levá-los em consideração na hora de determinar o rumo das companhias — em vez de apenas pensar no que é melhor para os acionistas. Até o fim do ano, o Stewardship Code britânico, que apresenta recomendações a acionistas e investidores, também deve ganhar uma versão revisada.


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