ONG dá apoio a crianças hospitalizadas

Bimestral / Governança Corporativa / Temas / Edição 104 / 1 de Abril de 2012
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Em 1998, a sócia do escritório Mattos Filho Flávia Regina Oliveira começou a atuar na Associação Viva e Deixe Viver como a maioria dos voluntários: dirigia–se a hospitais para contar histórias a crianças enfermas. O envolvimento com a organização deu tão certo que hoje a advogada é membro do seu conselho fiscal. Nele, ajuda a analisar as contas da instituição e auxilia em questões jurídicas.

A associação é uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), que capacita interessados em ler obras infantis e realizar brincadeiras e atividades culturais para crianças e adolescentes em internação hospitalar. Conta com 1.234 participantes que atuam em mais de 80 hospitais e casas de apoio no País, 35 deles em São Paulo. Os candidatos a voluntários passam por um processo de seleção e treinamento que acontece anualmente. Após esse processo, eles se comprometem a despender, pelo menos, duas a três horas por semana em um hospital da rede.

Além desse projeto, Flavia atua, desde o ano passado, como presidente do conselho deliberativo do Instituto Pro Bono, do qual é uma das fundadoras. A organização busca ampliar o acesso à Justiça por meio do estímulo da prática de advocacia “pro bono” (gratuita e voluntária, mas com caráter e competência profissional).

No Mattos Filho, a advogada também trabalha com o terceiro setor — mas, nesse caso, profissionalmente. Ela presta consultoria jurídica para fundações sem fins lucrativos que pretendem formar fundos de investimento com os donativos recebidos e entregá–los à gestão de terceiros (o chamado endowment).



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