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Ações da B3 caem após balanço com lucro anual menor 
No primeiro trimestre, a dona da Bolsa brasileira registrou lucro líquido recorrente de R$ R$ 1,13 bi, recuo de 7,1% na base anual
B3, Ações da B3 caem após balanço com lucro anual menor , Capital Aberto

As ações da B3 operam em queda nesta sexta-feira (10), após o balanço do primeiro trimestre do ano vir pouco animador, diante das incertezas do cenário macroeconômico ao redor do globo. Por volta de 16h30, a ação ordinária caía quase 2%, a R$ 11,03. 


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A B3 registrou um lucro líquido recorrente de R$ R$ 1,13 bilhão no período, recuo de 7,1% na base anual. A receita total, por sua vez, atingiu R$ 2,46 bilhões no trimestre, em linha com o registrado de janeiro a março do ano passado.

Já o lucro operacional recorrente, medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 1,57 bilhão no trimestre, valor 3% menor que o registrado no mesmo intervalo do ano anterior.

“A B3 (B3SA3) divulgou números no 1º trimestre em linha com o que o mercado esperava. Não veio nenhuma surpresa. Os números refletiram um baixo volume nas negociações em mercado à vista, compensadas por boa movimentação no mercado de derivativos. Ainda assim, a ação opera em queda com maior ceticismo dos investidores em relação a ativos de risco”, diz André Fernandes, head de renda variável e sócio da A7 Capital.

No relatório, a administração da B3 ressaltou que as incertezas no cenário econômico provocaram grandes oscilações no comportamento das taxas de juros futuras em algumas das principais economias globais. No Brasil, o Banco Central continuou o ciclo de reduções das taxas de juros e anunciou duas quedas de 0,5 pp, levando a taxa de juros para 10,75% aa ao final do trimestre.

O operacional

No primeiro trimestre, o volume financeiro médio diário negociado (ADTV) em ações totalizou R$ 23,6 bilhões, uma queda de 2,8% ante o mesmo intervalo de 2023.

O volume médio diário negociado (ADV) dos derivativos listados totalizou 6,7 milhões de contratos, uma elevação de 8,6% na comparação anual, devido ao desempenho dos contratos de taxas de juros em reais. “No segmento de balcão, o cenário de taxas de juros mais altas continuou favorecendo os volumes, com crescimento de 14,3% no estoque de instrumentos de renda fixa e de 26,2% no estoque do Tesouro Direto”, diz o relatório de resultados. 


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