Uber inclui metas de diversidade na remuneração de executivos

Companhia pretende elevar para 35% o percentual de mulheres em cargos de liderança até 2022

Companhias abertas/Internacional / 26 de julho de 2019
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Rumo à diversidade | Ilustração: Rodrigo Auada

A inclusão de mulheres e outras minorias étnicas entre os empregados da Uber será uma das métricas que farão parte da remuneração do CEO, Dara Khosrowshahi, e de outros executivos de alto escalão da companhia. A empresa pretende aumentar o percentual de mulheres nos cargos de liderança dos atuais 28% para 35% até 2022.

Khosrowshahi disse ao site Techcrunch que a empresa precisa aumentar a quantidade de pessoas pertencentes a minorias étnicas em seus quadros de funcionários, principalmente negros e latinos. Atualmente, negros representam 3,6% e os latinos 4,4% dos empregados da área de tecnologia da empresa, setor que em geral paga os salários mais altos. Já nas áreas administrativas, em que a remuneração é mais baixa, negros são 32,4% e latinos 22,8%.

Empresas de tecnologia como a Apple, a Microsoft e o Facebook começaram a divulgar relatórios de diversidade voluntariamente em 2014, após escrutínio da sociedade em relação à falta de inclusão de gênero e etnias no setor. A Uber divulgou seu primeiro relatório em 2017, após alegações de assédio e sexismo por uma ex-funcionária, episódio que resultou na demissão de cerca de 20 pessoas.


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