Como atrair recursos para startups

Em Pauta/Capitalização Startups / 6 de julho de 2018
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Os investimentos em startups no Brasil atingiram o recorde de 860 milhões de dólares em 2017, um crescimento de 207% em relação ao ano anterior, segundo estatísticas da Lavca (Associação Latinoamericana de Private Equity e Venture Capital). E a expectativa é que esse montante continue aumentando, impulsionado pela queda na taxa Selic, que estimula a migração de recursos da renda fixa para a variável, e pelo surgimento de unicórnios — em 2018, Pagseguro, 99 e Nubank atingiram avaliação acima de 1 bilhão de dólares e ganharam essa alcunha.

capitalização de startups

“Os investidores avaliam não só os aspectos econômicos de uma startup, mas também os jurídicos, tributários e humanos”, afirma Marcelo Sato

“O momento é favorável para o venture capital e, em especial, para as startups, que têm a chance de atrair investidores para crescer mais rápido”, observa Marcelo Sato, sócio da Astella Investimentos. Geralmente, essas empresas percorrem cinco estágios de captação de recursos, sendo que os dois primeiros — anjo e semente — são os mais importantes para a sobrevivência do negócio. Uma em cada quatro startups morre em seus primeiros anos de vida no Brasil, e metade não sobrevive quatro anos, de acordo com levantamento da Fundação Cabral.

“Para ter sucesso na obtenção de recursos, as startups devem encontrar modelos de captação ideais para o seu negócio. É importante determinar quantas rodadas de investimento serão feitas e qual tipo de investidor atrair”, explica Sato. “Com os fundos de venture capital, o empreendedor pode conseguir dinheiro de forma mais rápida do que com investidores-anjos, por exemplo, mas em contrapartida perderá espaço na gestão do negócio”, pondera.

De acordo com Sato, as startups que têm um produto definido e mais maduro tendem a receber aportes maiores. Isso é valido mesmo nas situações em que processos de produção e logística ainda precisam ser aperfeiçoados. “Os investidores avaliam não só os aspectos econômicos de uma startup, mas também os jurídicos, tributários e humanos. Empresas com um só fundador ou poucos sócios e um time menos completo e diversificado atraem menos investimentos”, afirma.

 


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