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Editorial | Semana 12 a 16 de agosto

Editorial / 9 de agosto de 2019
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De veículos de investimento meio abandonados nos últimos anos a queridinhos das gestoras, os fundos de recebíveis (FIDCs) atravessam um momento bastante promissor. O cenário de juros básicos no menor nível histórico, que leva os investidores a diversificar as carteiras para melhorar o rendimento, combinado à expectativa de aprimoramento da regulação favorece a estruturação de mais FIDCs. O obstáculo, como mostra a reportagem de Luciana Del Caro, está na falta de oferta de recebíveis. Com a economia devagar, não há no mercado tantos créditos que possam lastrear novos fundos.

Uma mudança regulatória também movimenta o segmento de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs). Diante de uma consulta, recentemente o colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ampliou o entendimento do conceito que fundamenta as emissões dos CRIs. Agora valem, dentre as hipóteses de destinação dos recursos captados com o papel, o reembolso de despesas já incorridas. Carlos Ferrari, advogado especialista no mercado imobiliário, apresenta em artigo as importantes implicações da nova leitura da CVM para os CRIs.

Nesta semana estreia como colunista da CAPITAL ABERTO Alexandre Fialho, que hoje se dedica a uma atividade pouco usual: levar conceitos e ferramentas da Filosofia para o mundo corporativo. Em seu primeiro texto, ele mostra como essa ciência humana tão antiga pode ser atual a ponto de fazer líderes empresariais mudarem seus pontos de vista — ação essencial na pós-modernidade, que classifica, citando o psicanalista Jorge Forbes, como “Terra 2”. O que parece não mudar nunca é a ganância de algumas pessoas, como muito bem descreve o jornalista John Carreyrou no livro Bad Blood: Secrets and Lies in a Silicon Valley Startup, alvo da resenha de Peter Jancso para a seção Prateleira. Trata-se da mirabolante história da Theranos, a empresa que prometia de forma estridente revolucionar o mercado de testes sanguíneos. Mas era só uma cortina de fumaça.


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