Cheios de recursos, fundos de private equity desembolsam menos

Amplo descompasso entre captação e liberação de recursos sugere que firmas estão mais cautelosas

Captação de recursos/Internacional / 9 de agosto de 2019
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Ilustração: Rodrigo Auada

Falta de dinheiro não é hoje um problema para a indústria de private equity global, mas as firmas parecem muito pouco dispostas a liberar todos os recursos — ou pelo menos a maior parte — que têm em caixa. O descompasso foi verificado por recente pesquisa da consultoria EY, segundo a qual a captação desses fundos atingiu 732 bilhões de dólares apenas no último mês de junho. Já os desembolsos somaram 155 bilhões de dólares no segundo trimestre do ano, uma queda de 4% na comparação com igual período do ano passado. As informações foram divulgadas pelo portal Institutional Investor.

Na avaliação da EY, uma hipótese que explicaria a reticência dos fundos de private equity está ligada às incertezas do cenário econômico atual. Também há preocupações relacionadas à avaliação das empresas que poderiam receber os aportes. Ao Institutional Investor, o coordenador da pesquisa e sócio da área de private equity da EY, Peter Witte, disse que negócios que há dois anos tinham valuation de 10,5 vezes o Ebitda agora estão avaliados em 11 vezes. De acordo com ele, entre 2006 e 2007 esse número era 9,5 vezes o Ebitda.

O levantamento da EY apurou, ainda, que no segundo trimestre de 2019 as firmas de private equity anunciaram 476 negócios, o que representa uma retração de 11% em relação a igual período do ano passado.


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