Bolsa de Xangai incentiva empresas a distribuírem lucros

Captação de recursos/Internacional/Edição 114 / 1 de fevereiro de 2013
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A Bolsa de Valores de Xangai (SEE, na sigla em inglês) começou o ano estimulando o pagamento de dividendos pelas companhias listadas. Seu intuito é atrair investidores. Em janeiro, lançou um documento com diretrizes para a distribuição dos lucros, no qual incentiva as empresas a compartilharem, pelo menos, 30% dos resultados com os acionistas. Aquelas que não cumprirem a recomendação terão de explicar o motivo da decisão e expor o destino do dinheiro não entregue aos sócios. Com essa medida, a bolsa chinesa pretende oferecer mais estabilidade aos investidores: no fim de 2011, apenas 40% das companhias listadas haviam pagado dividendos nos três anos anteriores.

As empresas que distribuírem 50% dos resultados durante o ano e publicarem políticas de dividendos terão benefícios. Receberão, por exemplo, um aval mais rápido da Bolsa de Xangai para se refinanciarem.

Em nota oficial, a SEE ressaltou que “ainda tem um longo caminho a percorrer até que as companhias listadas em seu pregão atinjam o nível de rendimentos de seus pares em mercados mais desenvolvidos”. A média do dividend yield (relação dividendos/preço da ação) paga pelas empresas da Bolsa de Xangai subiu de 0,85%, em 2009, para 1,49%, em 2011, mas ainda é baixa se comparada com a média de 2,1% das companhias do S&P 500.

O movimento da Bolsa de Xangai está em linha com os esforços da China Securities Regulatory Commission (CSRC), reguladora do mercado de capitais chinês (excluindo Hong Kong), para atrair investidores, incluindo estrangeiros. No primeiro semestre de 2012, a CSRC quase dobrou o limite global de dinheiro que os gestores de fundos internacionais podem direcionar a compra de ações, bônus e certificados de depósitos bancários do país. O montante passou, na época, de R$ 50 bilhões para US$ 80 bilhões.


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