Reino Unido fecha o cerco contra abusos das assets

Gestão de Recursos/Internacional/Edição 116 / 1 de abril de 2013
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O diretor de supervisão de gestão de recursos da Financial Services Authority (FSA), Ed Harley, declarou ao jornal Financial Times que, após uma pesquisa com 15 asset managers, concluiu que a indústria vem adotando a conflituosa prática de pagar os bancos de investimento para se aproximar de altos executivos de companhias — e esses gastos podem chegar a dezenas de milhões de libras por ano. O regulador, agora, promete adotar uma postura rigorosa contra essa conduta, aplicando multas milionárias.

O Financial Times publicou, no início de março, uma reportagem dizendo que os bancos de investimento chegam a cobrar até US$ 20 mil por cada hora de reunião com os diretores de companhias para as quais prestam serviços. Muitos desses CEOs nem sequer sabiam que seu tempo estava sendo vendido. Uma pesquisa da Thomson Reuters, publicada no ano passado, apontou que uma fatia de 29% das comissões é gasta para comprar algum tipo de acesso corporativo.

Uma das principais críticas de membros da indústria de fundos é o conflito de interesses entre o banco e as companhias que são suas clientes. Muitas dessas reuniões pagas com CEOs acontecem durante roadshows e são vendidas para hedge funds. De acordo com um profissional entrevistado pelo jornal, esses fundos pagam mais pelo tempo do CEO, mas tendem a realizar operações de curto prazo com as ações das companhias. “Os conflitos de interesse são potencialmente grandes, porque os diretores normalmente querem se reunir com quem quer investir nas ações, e não com fundos que operam apenas no curto prazo”, declarou a fonte.


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