Fundos de pensão aquecem mercado primário de ETFs

Bimestral/Relações com Investidores/Temas/Edição 93 / 1 de Maio de 2011
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Em 27 de abril, a negociação de cotas do ETF Bova11, fundo de índice que replica a carteira do Ibovespa, atingiu novo recorde. O volume somou R$ 112,8 milhões naquele dia. O sucesso do mercado secundário deve-se à popularização da modalidade, mas também ao aquecimento do mercado primário %u2015 etapa em que são criadas as cotas do ETF.

A emissão depende de investidores dispostos a entregar cestas prontas com as 69 ações do índice em suas respectivas porcentagens. No caso do Bova11, o aplicador tem de adquirir no mínimo 100 mil cotas, o equivalente a cerca de R$ 6,6 milhões no fim de abril. Tradicionalmente, os mais interessados no produto são as tesourarias bancárias. Mas, nos últimos meses, os fundos de pensão também têm ingressado no mercado primário de ETFs.

Segundo Luiz Felipe Andrade, diretor da BlackRock, as fundações têm uma vantagem ao investir em ETFs: elas podem abrir mão dos seus fundos passivos de investimento em ações, que geram despesas de taxas de administração. Assim, economizam e ainda podem apurar ganhos com o aluguel das cotas. O Bova11, ETF mais popular do mercado brasileiro, tem hoje um saldo positivo de 116 pedidos de emissão de lotes de cotas.

Para alavancar ainda mais os fundos de índice, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) quer modernizar a Instrução 359, de 2002. O mercado pede ao regulador a possibilidade de aportes em dinheiro. No formato atual, o investidor troca recursos pela cesta de ações e, posteriormente, pela cota. A posse dos ativos, ainda que rápida, é um entrave aos aplicadores com políticas de investimento restritivas, como os fundos de pensão. Outro desejo dos investidores é a ampliação dos ativos elegíveis à criação de um ETF. Há instituições querendo oferecer ETFs replicando índices de moedas e ações estrangeiras, por exemplo.


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