Calpers aponta as companhias que ficarão sob “rédeas curtas” em 2009

Elas se recusaram a aprimorar suas práticas de governança e tiveram desempenho pífio na bolsa. Agora vão ter de lidar com a marcação cerrada do Calpers, fundo de pensão dos funcionários públicos da Califórnia, um dos mais ativistas dos Estados Unidos. Com um patrimônio superior a US$ 170 bilhões, o …



Elas se recusaram a aprimorar suas práticas de governança e tiveram desempenho pífio na bolsa. Agora vão ter de lidar com a marcação cerrada do Calpers, fundo de pensão dos funcionários públicos da Califórnia, um dos mais ativistas dos Estados Unidos. Com um patrimônio superior a US$ 170 bilhões, o Calpers revelou em março mais uma edição da Focus List, espécie de força-tarefa de governança corporativa em empresas investidas que oferecem baixo retorno.

Este ano, o Calpers cobrou melhorias de 13 companhias. A maioria delas acatou as recomendações, mas quatro permaneceram “rebeldes” e foram inseridas na lista. A farmacêutica Eli Lilly impede que acionistas alterem seu estatuto social, algo possível pela legislação de Indiana, estado onde a companhia tem sede. É a mesma situação da Hill-Rom Holdings e da Hospitality Properties Trust. O fundo de pensão ainda critica os “staggered boards” dessas duas companhias — conselhos que só renovam parte de seus membros anualmente. O problema na IMS Health é a ausência dos direitos do acionista de convocar assembleias extraordinárias e de opinar sobre os pacotes de remuneração dos administradores. Com a campanha, o objetivo do Calpers é obter apoio de investidores para mudar tudo isso nas assembleias.

A valorização das quatro empresas ficou bem aquém de seus pares, se observado o índice Russell 1000. É provável que a pressão do Calpers traga bons resultados. Segundo pesquisa realizada em 2008, companhias que integram a Focus List se valorizam três pontos percentuais acima da média durante os cinco anos seguintes à intervenção.

Conteúdo extra

Saiba mais sobre a Focus List do fundo de pensão.


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