Pesquisar

|

|

Pesquisar
Close this search box.
O machismo das máquinas
Repórter revela algoritmo que oferece o mínimo salário possível, de acordo com as características do candidato

 

Ilustração: Rodrigo Auada

Ilustração: Rodrigo Auada

E se os algoritmos não estiverem mudando o mundo, mas sim ajudando a perpetuar velhos hábitos? Para Amir Efrati, repórter do site especializado em tecnologia The Information, isso de fato está acontecendo — pelo menos no caso do Uber. Nos seus processos de seleção de funcionários, a empresa de transporte privado estaria usando um algoritmo que calcula a oferta do mínimo salário possível para os candidatos, de acordo com as características de cada um — o que faria, por exemplo, com que as mulheres, que tradicionalmente ganham menos que os homens, ficassem em desvantagem. Um trecho da reportagem, publicada por Efrati no Twitter, causou indignação. “É a perpetuação da desigualdade de gênero em troca de lucro”, alfinetou um usuário. “Aqueles que ganham menos, por qualquer razão, estão em desvantagem, e os algoritmos estão potencializando isso. Não tem sentido duas pessoas ganharem salários diferentes por um mesmo serviço”, criticou uma usuária.

 

 

 

 


Para continuar lendo, cadastre-se!
E ganhe acesso gratuito
a 3 conteúdos mensalmente.


Ou assine a partir de R$ 9,90/mês!
Você terá acesso permanente
e ilimitado ao portal, além de descontos
especiais em cursos e webinars.


Você está lendo {{count_online}} de {{limit_online}} matérias gratuitas por mês

Você atingiu o limite de {{limit_online}} matérias gratuitas por mês.

Faça agora uma assinatura e tenha acesso ao melhor conteúdo sobre mercado de capitais


Ja é assinante? Clique aqui

Acompanhe a newsletter

Leia também

mais
conteúdos

APROVEITE!

Adquira a Assinatura Superior por apenas R$ 0,90 no primeiro mês e tenha acesso ilimitado aos conteúdos no portal e no App.

Use o cupom 90centavos no carrinho.

A partir do 2º mês a parcela será de R$ 48,00.
Você pode cancelar a sua assinatura a qualquer momento.