Um mercado de acesso possível

Ivan Clark

Captação de recursos / Temas / Reportagem / Edição 109 / 1 de setembro de 2012
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O AIM, mercado de acesso da London Stock Exchange, foi lançado em 1995 e já tem mais de três mil companhias listadas. É uma média de 176 novas empresas por ano. O Bovespa Mais, parente brasileiro do AIM, estreou em 2004 e tem apenas três companhias.

O problema, acredita Ivan Clark, sócio da auditoria PwC, é o nível de exigência do segmento, ainda elevado. Em sua opinião, não só a Bolsa, mas também a CVM e o próprio governo, deveriam cogitar a flexibilização de regras para empresas iniciantes. Dentre as mudanças propostas por ele está reduzir o número de exercícios auditados de três para dois anos no momento da oferta; arquivar as informações trimestrais (ITR) apenas após três anos da listagem; e publicar as demonstrações financeiras somente na internet.

Este último ponto é criticado pela BM&FBovespa e por diversos agentes do mercado com frequência. “Nenhum outro mercado relevante exige a publicação de balanços em jornais”, afirma Edna Holanda, gerente de prospecção de empresas da Bolsa, que participou recentemente de uma missão no exterior para conhecer outros segmentos de acesso.



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