Popularidade em baixa

Menos companhias adotam o modelo de conselho fiscal turbinado

Governança Corporativa/Reportagem/Anuário de Governança Corporativa 2013 / 1 de outubro de 2013
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O conselho fiscal “turbinado” está perdendo força. O percentual de companhias em que o órgão exerce também o papel de comitê de auditoria desceu de 12%, em 2012, para 8% este ano.

A queda é vista como sinal de progresso. Segundo o código de melhores práticas do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), o conselho fiscal não substitui o comitê de auditoria. Enquanto o primeiro é um instrumento de fiscalização com atribuições definidas diretamente pelos sócios e, por lei, não se subordina ao conselho de administração, o segundo é um órgão de controle com funções delegadas pelo board.

Na hipótese de ambos estarem em funcionamento e haver sobreposição de funções, o IBGC sugere que o conselho fiscal e o comitê de auditoria coordenem suas atividades. É recomendável que realizem reuniões conjuntas, com eventual participação dos auditores independentes.

A quantidade de companhias que possui conselho fiscal instalado manteve-se estável desde o anuário passado: 64% delas contam com o órgão. Já a remuneração média anual desses profissionais cresceu: de R$ 96 mil para R$ 105 mil. Pelo segundo ano consecutivo, a Klabin foi quem mais bem pagou os conselheiros fiscais.


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Tags:  IBGC Comitê de auditoria Conselho fiscal CAPITAL ABERTO mercado de capitais remuneração Anuário de Governança Corporativa conselho fiscal turbinado Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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