Cartas para a CVM

Governança Corporativa/Seletas/Edição 128 / 1 de abril de 2014
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Pedir a ajuda da CVM para dar visibilidade às pendengas enfrentadas no dia a dia está se mostrando uma boa estratégia. No dia 17 de março, a autarquia recebeu a reclamação de Mauro Cunha, conselheiro representante dos minoritários no board da petrolífera. Ele questionou a falta de publicidade de seu voto na reunião que aprovou as demonstrações financeiras do exercício 2013. O balanço foi aprovado, mas Cunha votou contra. A chiadeira deu certo. Horas depois, a Petrobras divulgou um aviso aos acionistas informando que o conselheiro foi contrário e ainda elencou os motivos: demora no envio das demonstrações para análise dos conselheiros, discordância quanto à política de hedge accounting e “aparente inadequação da contabilização de investimentos em refinarias”.

Ilustração: Beto Nejme /Grau 180.com


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