Companhias serão avaliadas por respeito a direitos humanos

Organizações de direitos humanos e investidores socialmente responsáveis anunciaram, em dezembro, a elaboração de um ranking que irá avaliar o desempenho das companhias em critérios como segurança, condições de trabalho e igualdade racial. O objetivo é fornecer a investidores, empresas, …

Governança Corporativa/Internacional/Sem categoria / 8 de dezembro de 2014
Por 


Organizações de direitos humanos e investidores socialmente responsáveis anunciaram, em dezembro, a elaboração de um ranking que irá avaliar o desempenho das companhias em critérios como segurança, condições de trabalho e igualdade racial. O objetivo é fornecer a investidores, empresas, legisladores e consumidores uma rápida visualização do comportamento empresarial no que tange a esses itens.

Durante a primeira fase de elaboração do ranking, a Corporate Human Rights Benchmark (CHRB) irá pesquisar e ordenar as 500 maiores empresas do mundo nos setores de agricultura, vestuário, extração e telecomunicações. Mais para a frente, a intenção é expandir o número de segmentos analisados. A metodologia de classificação das companhias passará por uma audiência pública de abrangência mundial. Quando for implementada, estima-se que levará três a cinco anos para analisar as 500 primeiras empresas. Os dados estarão disponíveis abertamente em um portal na internet.

Entre os organizadores da CHRB estão a Calvert Investments, a associação de investidores holandesa VBDO, o Instituto de Direitos Humanos e Negócios (IHRB, na sigla em inglês) — grupo cujo conselho inclui o ex-presidente da Irlanda Mary Robinson — e a organização sem fins lucrativos Business & Human Rights Resource Centre, do Reino Unido.


Quer continuar lendo?

Faça um cadastro rápido e tenha acesso gratuito a três reportagens mensalmente.
Tenha o melhor conteúdo do mercado de capitais sem limites ou interrupção.
Assine a partir de R$ 4,90 (nos 3 primeiros meses).
Você está lendo {{count_online}} de {{limit_online}} matérias gratuitas por mês

Você atingiu o seu limite de {{limit_online}} matérias por mês. X

Ja é assinante? Entre aqui >

ou

Aproveite e tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo sobre mercado de capitais!

Básica

R$ 4, 90*

Nos três primeiros meses

01 Acesso Digital
-
10% de Desconto em grupos de discussão e workshops
10% de Desconto em cursos
Acervo Digital
sem áudos**
A partir do 4° mês, o valor cobrado séra de R$36,00

Completa

R$ 9, 90

Nos três primeiros meses

01 Acesso Digital
01 Edição Impressa
10% de Desconto em grupos de discussão e workshops
10% de Desconto em cursos
Acervo Digital
sem áudos**
A partir do 4° mês, o valor cobrado séra de R$42,00

Corporativa

R$ 14, 90

Nos três primeiros meses

05 Acessos Digitais
01 Edição Impressa
15% de Desconto em grupos de discussão e workshops
15% de Desconto em cursos
Acervo Digital
sem áudos**
A partir do 4° mês, o valor cobrado séra de R$69,00

Clube de conhecimento

R$ 19, 90

Nos três primeiros meses

05 Acessos Digitais
01 Edição Impressa
20% de Desconto em grupos de discussão e workshops
20% de Desconto em cursos
Acervo Digital
com áudos**
A partir do 4° mês, o valor cobrado séra de R$89,00

**Áudios de todos os grupos de discussão e workshops.




Participe da Capital Aberto:  Assine Anuncie


Tags:  CAPITAL ABERTO mercado de capitais investimento socialmente responsável direitos humanos Corporate Human Rights Benchmark Encontrou algum erro? Envie um e-mail



Matéria anterior
Nasdaq quer operar dark pool
Próxima matéria
O mercado de capitais e a abertura de capital das empresas



Comentários

Escreva o seu comentário sobre este texto!

O seu endereço de e-mail não será publicado.



Recomendado para você





Leia também
Nasdaq quer operar dark pool
Se você não pode vencer seu inimigo, junte-se a ele. A frase parece se aplicar perfeitamente à intenção da Nasdaq de operar...