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Mercado volta a reduzir previsão de inflação em meio a dados de atividade menor
A revisão para baixo das previsões de inflação reflete em parte a piora dos indicadores de atividade econômica divulgados recentemente.
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A previsão dos analistas do mercado financeiro para a inflação de 2023 voltou a cair, de 4,75% para 4,65%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central.

Pela segunda semana consecutiva, a mediana das expectativas para o IPCA ficou dentro do intervalo da meta de inflação para o ano, que é de 3,25% com variação de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2024, a projeção da inflação ficou em 3,87%, ligeira queda em relação à previsão da semana passada, de 3,88%  Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos. A meta a partir de 2024 passa a ser de 3% ao ano.

A revisão para baixo das previsões de inflação reflete em parte a piora dos indicadores de atividade econômica divulgados recentemente.

Boletim Focus

Na terça-feira passada, o IBGE informou que, em agosto,o volume de serviços no Brasil caiu 0,9% frente a julho, na série com ajuste sazonal, após ter acumulado um ganho de 2,1% no período maio-julho.

Na sexta-feira (20/10), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do país, indicou uma queda de 0,77% em agosto.

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano ficou em 2,9%, com ligeira queda em relação aos 2,92% da semana passada.

Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) é de crescimento de 1,5%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente. 

“Ao que tudo indica, a política monetária restritiva por muito tempo está finalmente impactando a economia real e, ao mesmo tempo, os efeitos do forte resultado agropecuário no início do ano estão se dissipando”, diz o boletim da Ágora Investimentos divulgado nesta segunda-feira.

Atacado

A Ágora, porém, chama a atenção para o IGP-10, divulgado na terça-feira pela Fundação Getúlio Vargas: 0,52%, o maior desde julho de 2022. 

“O IGP-10 veio mais forte que o esperado, sugerindo que a inflação no atacado está de volta, embora por enquanto não seja motivo de preocupação em nossa opinião. Por ora não devemos esperar mudanças para as próximas reuniões do Copom”, completa o relatório da Ágora.

Para o mercado financeiro, segundo o Boletim Focus, a Selic deve encerrar 2023 em 11,75% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 9% ao ano.

Para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano para os dois anos. 

Por fim, a previsão para a cotação do dólar está em R$ 5 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,05.

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