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Afinal, o que querem os investidores?
Um programa eficiente de gestão de riscos nunca foi tão determinante para as empresas na captação de novos investimentos.

 

Transparência é mais importante do que resultado a longo prazo

Pesquisa inédita realizada pela Ernst & Young com 137 grandes investidores de 16 países revelou que a transparência na comunicação dos riscos é fator mais importante na decisão de investimento do que a própria rentabilidade a longo prazo de uma empresa. Essas instituições, que administram fundos avaliados em trilhões de dólares, querem ter acesso a informações confiáveis para fazer análises mais consistentes sobre a relação risco/recompensa em cada novo alvo de investimento.

Infelizmente não é possível estabelecer modelos definitivos de comunicação nessa área. E engana-se quem imagina que relatórios com um número infindável de informações ou mesmo uma lista de riscos potenciais signifiquem uma boa comunicação. São bem-vindos, no entanto, os esforços das empresas no sentido de indicar que mantêm sob controle todos os fatores que representam uma ameaça para seu desempenho. De acordo com a pesquisa, transparência na comunicação de riscos é vista por 69% dos participantes como o item mais importante na análise de uma nova oportunidade de negócio. Em seguida, aparecem rentabilidade a longo prazo (65%), modelo de negócios (59%) e características dos mercados (55%)..

O compliance se destaca como o risco que mais preocupa

No ranking de riscos que mais preocupam os investidores, compliance se destaca como uma prioridade para 66% dos entrevistados, à frente de crédito/ insolvência (61%) e competitividade (58%). Esse dado da pesquisa confirma o que vimos observando no mercado nos últimos três anos: o cumprimento de exigências regulatórias e a adoção de boas práticas de governança corporativa são fundamentais para as empresas atraírem investidores e se manterem competitivas. Mas os comentários feitos pelos entrevistados revelam que as implicações do compliance estendem-se além da divulgação de relatórios financeiros e da adoção de boas práticas de governança. Elas incluem também o cumprimento de princípios legais, estatutários e até mesmo aqueles estabelecidos pelas próprias empresas, às vezes mais rigorosos que as exigências legais.

Tudo isso aponta para a tendência de que as empresas, além de demonstrar o cumprimento de exigências externas, passem a ser avaliadas também pela adoção espontânea de rígidos padrões éticos e de controle. E o risco para as corporações que negligenciarem esses aspectos é imenso. Segundo a pesquisa, 48% dos investidores realizaram desinvestimentos após constatar performances abaixo do esperado na área de riscos e 61% dos entrevistados optam por não aplicar recursos em organizações com gerenciamento de riscos ineficiente. A mensagem da pesquisa é clara: um programa eficiente nessa área é a exata diferença entre a elevação do custo do capital para uma companhia ou um prêmio na avaliação de suas ações.


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