A gritaria acabou: do pregão viva-voz à negociação eletrônica

B3 / 24 de fevereiro de 2017
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Bovespa, final dos anos 1990 (Centro de Memória BM&FBOVESPA)

Bovespa, final dos anos 1990 (Centro de Memória BM&FBOVESPA)

A gritaria começou, para mim, há aproximadamente 25 anos, quando comecei a trabalhar na antiga BOVESPA. Fui contratado para ajudar na manutenção dos equipamentos do pregão. Me encantaram a dinâmica da negociação “viva-voz” e a força física necessárias para fechar negócios, somadas à eficiência e à transparência, sofisticadas para a época. Centenas de pessoas — os operadores — gritavam freneticamente para negociar.

Naquele momento, cerca de 1.500 operadores atuavam no pregão “viva-voz”; e eu, muito jovem, queria trabalhar ali no meio. E consegui! Em 1993, dois anos depois de entrar na empresa, lá estava eu no meio deles, fazendo o trabalho de fiscalização das operações no viva-voz. Ao longo desses 25 anos, muita coisa aconteceu naquele pregão. O primeiro grande desafio foi no triênio de 1997 a 1999, quando tivemos que nos adequar e ajustar os procedimentos operacionais para o acionamento do mecanismo de circuit breaker, tudo em função de crises globais que afetaram todos os mercados.

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Tags:  pregão negociação eletrônica BM&FBBovespa canal BM&FBBovespa André Demarco

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