Mercado monitora PMIs, emprego e discursos de presidentes de BCs nesta semana
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Tentando prever os rumos dos juros por todo o mundo, os investidores aguardam ansiosamente, nesta semana, a divulgação de indicadores de atividade econômica tipo PMI (Índice de Gerentes de Compras, na sigla em inglês) em diversos países, dados sobre mercado de trabalho, e pronunciamentos dos presidentes dos bancos centrais americano e europeu.

Os indicadores PMIs são calculados por consultorias diferentes em cada localidade, mas usam metodologia semelhante: essencialmente, questionários que são respondidos pelos profissionais responsáveis por administrar a compra de suprimentos (supply chain) nas empresas. As pesquisas têm perguntas sobre volume de produção, pedidos de matérias-primas, preços dos insumos e das mercadorias finalizadas, entre outros aspectos do negócio. Com esses números, é possível determinar a tendência da economia: resultados acima de 50 pontos indicam expansão, e, abaixo, contração.

Na segunda-feira (2), saem o PMI industrial da Zona do Euro, medido pela consultoria Markit; o PMI industrial do Brasil, medido pela S&P Global; e dois índices dos Estados Unidos, um da Markit e outro do instituto ISM. Na quarta (4), será divulgado o PMI composto da Zona do Euro e os PMIs de serviços e composto do Brasil e também dos EUA, todos da S&P Global. Todos dizem respeito ao mês de setembro.

Referente a agosto, o índice de evolução de emprego do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego brasileiro, será divulgado na segunda (2). Nos EUA, tem a pesquisa de trabalho JOLTS de agosto saindo na terça (3); na quarta (4), a pesquisa de empregos privados ADP de setembro; na quinta (5), os pedidos semanais de seguro-desemprego; e, na sexta (6), o relatório payroll de setembro.

Duas semanas atrás, em suas respectivas reuniões periódicas para decidir os juros, os comitês de política monetária dos bancos centrais da Europa, dos EUA e do Brasil deixaram claro que estão acompanhando atentamente todos os termômetros da atividade econômica para garantir que o momento mais grave da atual onda inflacionária ficou para trás. Disso depende o tamanho das altas de juros que os EUA ainda terão no futuro próximo, o fim dos aumentos na Europa e a continuidade da queda da taxa básica Selic no Brasil.

Sobre as perspectivas, o mercado financeiro espera ler alguma pista nos discursos que Jerome Powell, presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central americano), e Christine Lagarde, do BCE (Banco Central Europeu) farão, respectivamente, na segunda (2) e na quarta (4).


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