FT: Na contramão do mercado, economistas veem mais altas de juros nos EUA
Juros nos EUA, FT: Na contramão do mercado, economistas veem mais altas de juros nos EUA, Capital Aberto

A maioria dos economistas americanos ouvidos em uma enquete realizada para o jornal britânico Financial Times acredita que o Fed ainda deverá elevar as taxas de juros nos EUA em pelo menos mais 0,25%.

De acordo com o mesmo levantamento, cerca de 40% dos ouvidos esperam que o Fed promova duas elevações das taxas.

O resultado da pesquisa, com economistas acadêmicos, contraria a opinião majoritária dos analistas de mercado, para quem a taxa atual de 5,25% a 5,5% é restritiva o suficiente para manter a inflação sob controle.

O levantamento ouviu 40 economistas na semana passada. Cerca de 90% deles acreditam que o Fed ainda tem trabalho pela frente.

Mercado imobiliário

Em relação à faixa de aumento, metade dos ouvidos acham que os juros vão chegar a 5,5%-5,75%. Uma parcela de 35% acredita em duas altas, o que elevaria a taxa básica a 5,75%-6%. Um pequeno grupo de 8%, porém, acredita que os valores podem chegar a 6%-6,25%.

Segundo a professora de economia do Lafayette College Julia Smith, entrevista pelo FT, há sinais de que o consumo ainda está num patamar muito elevado. Um exemplo disso seria a demanda “surpreendentemente forte” no mercado imobiliário.

Após a alta de juros nos EUA, cerca de 60% dos economistas acreditam que o primeiro corte virá no terceiro trimestre do ano que vem.

Superquarta: juros nos EUA e no Brasil

O Fed se reúne nesta semana, e o consenso do mercado é de que não haja uma alta das taxas de juros nos EUA neste momento. A expectativa é sobre o tom do comunicado e das declarações do presidente do Fed, Jerome Powell, na chamada superquarta.

Além disso, o Comitê de Política Econômica do Banco Central brasileiro também se reúne para decidir a Selic nestas terça e quarta-feira. O mercado dá como quase certa uma redução de meio ponto percentual, de 13,25% para 12,75%.

Assim como nos Estados Unidos, há expectativa sobre o que o comunicado do Copom dirá acerca do ritmo de queda dos juros no futuro.

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