Apesar de queda dos juros, ações do varejo acumulam perda de mais de 10% no ano
Índice das empresas de "consumo" da B3 ainda registra queda de mais de 12% no ano
ações do varejo, Apesar de queda dos juros, ações do varejo acumulam perda de mais de 10% no ano, Capital Aberto

Os dois cortes na taxa Selic e a perspectivas de mais quedas nas próximas reuniões do Banco Central ainda não foram suficientes para impulsionar as ações das empresas do setor de varejo.

Segundo um levantamento da Quantum Finance, até o dia 20 de outubro, o índice ICON da B3, que reúne as principais empresas do setor, estava negativo em 12,42% no ano.

De lá para cá, o desempenho pouco mudou. Em relação ao fechamento dessa quarta-feira, a queda acumulada no ano é 12,47%.

No mesmo período, o Ibovespa acumulava um desempenho positivo de 2,8% até o fechamento de quarta, sempre na comparação com a abertura no dia 2 de janeiro.

De odo geral, analistas do mercado atribuem os resultados ruins à curva de juros brasileira, com forte escalada de março de 2021, endividamento da população e ao aumento da concorrência entre as companhias varejistas.

Na opinião do analista independente Hulisses Dias, também há questões de empresas individuais que afetaram os setor nos últimos meses.

“Um exemplo disso é a própria antiga Via Varejo, que agora virou a Casa de Bahia, uma empresa que está sem uma estratégia clara de crescimento e cujo endividamento acabou comendo muitos dos resultados que a empresa poderia ter”, argumenta DIas.

Ações do varejo

O Grupo Casas Bahia lidera as baixas do ICON, com recuo de recua 78,33% até o dia 18.

Na outra ponta, porém, a  Construtora Tenda (TEND3) e C&A Modas (CEAB3), tiveram resultados extraordinários e suas ações subiram respectivamente, 150,47% e 114,8%, no mesmo período.

Na opinião de Dias, a tendência era que o setor se beneficiasse da esperada queda dos juros, mas esse cenário ficou mais incerto devido ao conflito no Oriente Média e a recente subida dos juros dos títulos dos EUA

O ICON é o Índice de Consumo da B3, composto pelas 71 principais ações de empresas dos setores de consumo cíclico, não cíclico e saúde. 

Classificado como um índice de retorno total, o ICON leva em consideração tanto as variações de preços das ações no mercado quanto a distribuição de proventos aos acionistas. 

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