Investidores temem impacto de ataques virtuais

Internacional/Edição 141 / 1 de Maio de 2015
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investidores-tememPesquisa feita pela KPMG revela que 79% dos investidores se sentiriam desencorajados a aplicar numa empresa vítima de ciberataque, com medo de o vazamento de informação abater o valor da companhia. Divulgado em abril, o levantamento ouviu 133 investidores institucionais globais com mais de US$ 3 trilhões em ativos sob gestão.

“O investidor vê os ataques como uma ameaça ao valor da companhia e se sente desencorajado a apostar num negócio cuja informação sensível foi comprometida”, explicou Malcolm Marshall, chefe global de prática de segurança cibernética da KPMG, em comunicado à imprensa. “Diante da sequência de ciberataques a companhias importantes [Adobe Systems, Sony, Target e Snapchat], o investidor global está acordando para a questão da segurança cibernética”, ressaltou.

O estudo mostra que 86% dos investidores avaliam a cibersegurança como uma área em crescimento. Os entrevistados também acreditam que menos de 50% dos conselheiros têm as habilidades necessárias para lidar com a cibersegurança, enquanto 43% disseram que os conselhos não possuem conhecimento para gerenciar o risco e a inovação oferecidos pelo mundo digital. Sondagem recente da KPMG com os conselheiros e executivos das empresas pertencentes ao índice FTSE 350 confirmou a impressão: 39% deles assumem ter uma grave falta de compreensão dos riscos cibernéticos.

Para diminuir a preocupação do investidor e enfrentar os crescentes riscos de cibersegurança, Marshall sugere que as empresas comecem a se aproximar do tema, enxergando-o como um risco do negócio e não apenas como uma questão para o departamento de tecnologia da informação (TI).

Ilustração: Rodrigo Auada


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