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Editorial / Edição 76 / 28 de abril de 2017
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Os jogos societários, quando disputados nas bordas da lei, podem revelar surpresas. Foi o que aconteceu no mais recente embate entre os controladores da Usiminas — a Nippon e a Ternium. Os japoneses montaram uma tática incomum de ataque ao conselho, afastando alguns de seus próprios indicados para derrubar uma peça-chave do tabuleiro — a presidência do conselho de administração, indicada pela Ternium. O lance, porém, foi desautorizado por um apito da CVM, que fez uma interpretação inesperada das regras, conforme mostra a reportagem de capa desta edição. Ponto para o adversário.

Na cobertura em texto e vídeo do Grupo de Discussão de Venture Capital e Empreendedorismo, realizado no último dia 11, as startups bilionárias entraram em campo. Inspiradas pela Netshoes, que percorreu boa parte do caminho ao ser avaliada na casa dos R$ 500 milhões, outras startups brasileiras sonham com um futuro de unicórnio. Mas até que ponto essa deve ser a diretriz do negócio para um empreendedor? Em que medida o Brasil é propício à ascensão desses projetos? Questões como essas foram tratadas pelos painelistas e debatedores no grupo. Mais do que midiáticos, eles entendem que os negócios precisam ser sustentáveis.

Em sua coluna desta edição, Carlos Rebello lança uma crítica à CVM relacionada a uma decisão sobre as ofertas de condo-hotéis — investimentos em unidades ou parcelas de empreendimentos hoteleiros a serem construídos. A autarquia optou por exigir o registro das distribuições desses valores mobiliários, ainda que elas sejam restritas a investidores qualificados. Também nesta Seletas, Marta Viegas escreve sobre a nova Instrução 480 da CVM, que exigirá das companhias informações sobre a adesão ao Código Brasileiro de Governança Corporativa. No modelo “pratique ou explique”, e sob a supervisão da CVM, as empresas deverão esclarecer as suas escolhas de governança e justificá-las quando estiverem em dissonância com o código.


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