Investidores não se empolgam com hedge funds mais transparentes

Bimestral/Governança Corporativa/Internacional/Temas/Edição 80 / 1 de abril de 2010
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A turbulência global tornou unânime a necessidade de aumentar a transparência dos hedge funds. Enquanto novas regras sobre o tema ainda estão no forno nos Estados Unidos e na União Europeia, algumas instituições já ofertam, desde 2009, versões mais transparentes desses fundos — batizadas de Undertakings for Collective Investment in Transferable Securities (Ucits). Os investidores, contudo, ainda não demonstraram interesse pelo novo produto. Pesquisa realizada pela consultoria em investimentos alternativos Preqin, com mais de cem investidores institucionais, revelou que 57% deles não pretendem alocar recursos, nos próximos 12 meses, na versão menos opaca dos hedge funds.

Dentro desse universo, 37% dos investidores que disseram “não” aos Ucits os consideram muito restritivos. As principais queixas são o limite de alavancagem dos fundos (de até 100% do patrimônio) e a proibição de investir em ativos ilíquidos. Outros 23% alegaram que os Ucits não fazem parte de sua estratégia, 17% afirmaram não ter recursos para esse fim, e 10% reclamaram que as exigências periódicas de disclosure desses fundos, principalmente quanto à composição e à liquidez da carteira, o tornam muito custoso.

Na direção oposta, 37% dos entrevistados se mostraram dispostos a investir em Ucits nos próximos 12 meses, enquanto 8% já os possuem em suas carteiras. Dentre as razões apontadas para o investimento estão maior transparência (41%), maior liquidez (22%), supervisão regulatória (22%) e preocupação com a exposição a risco (11%).


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