Saídas

Na Seletas desta semana, duas cenas em andamento na indústria de gestão de recursos. No enredo principal, o avanço dos estrangeiros sobre bem-sucedidas assets nacionais, cujos fundadores aproveitam o apetite gringo para dar liquidez a seus patrimônios. A reportagem realça o caso da italiana Azimut …

Seletas/Editorial/Edição 70 / 17 de março de 2017
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Na Seletas desta semana, duas cenas em andamento na indústria de gestão de recursos. No enredo principal, o avanço dos estrangeiros sobre bem-sucedidas assets nacionais, cujos fundadores aproveitam o apetite gringo para dar liquidez a seus patrimônios. A reportagem realça o caso da italiana Azimut — o Brasil já se tornou o segundo mercado mais importante para a empresa fora de seu país de origem, atrás apenas da Austrália.

Enquanto isso, no ambiente do private equity, gestores se esforçam para sair do imbróglio em que (involuntariamente) se meteram. É preciso rapidamente descolar a imagem da indústria da descarada trapaça em que se transformaram os fundos que lhe servem de plataforma. Os chamados fundos de investimento em participação (FIPs) foram usados sem comedimento por quem queria obter alguma vantagem fiscal ou, um tanto pior, desviar dinheiro público, como revelou a Operação Greenfield. O trabalho agora é deixar bem claro que FIP e private equity não são a mesma coisa, como mostra a reportagem extraída de Grupo de Discussão realizado pela CAPITAL ABERTO.

Também nesta semana foi divulgada pela Bolsa a proposta de reforma do Novo Mercado e do Nível 2, que de agora até junho deverá ser discutida e votada pelas companhias listadas. Entre os itens que prometem ser mais debatidos está a alteração da regra de saída dos níveis diferenciados. Se aprovado o novo regulamento, a deslistagem só ocorrerá se a empresa tiver a aprovação de pelo menos um terço dos acionistas que se habilitarem a participar da oferta de aquisição de ações. Em outras palavras: se a saída for justa aos olhos dos minoritários.


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