Propósito lucrativo

Confira o vídeo do Grupo de Discussão sobre capitalismo consciente

Vídeos / 18 de março de 2018
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O tempo do discurso engajado está se esgotando. Agora é a capacidade de concretizar propósitos que dá o tom dos negócios sustentáveis e seleciona quem sai na frente na dinâmica do capitalismo consciente. “A última linha do balanço não é mais o fator que define as organizações de sucesso”, sentencia Ricardo Glass, fundador da Okena, empresa que trata água contaminada e oferece descarte ambientalmente adequado de resíduos industriais. A Okena faz parte do seleto grupo de empresas brasileiras que têm o selo do Sistema B, movimento global que busca criar um ecossistema favorável para fortalecer quem usa a força do mercado para solucionar problemas sociais e ambientais. Essa “genética”, entretanto, não faz com que sejam menos interessantes do ponto de vista econômico. “Não ter o lucro como objetivo principal é uma falácia. As empresas sustentáveis são ainda mais lucrativas”, enfatiza Hugo Bethlem, diretor do Instituto Capitalismo Consciente Brasil. Diante desse cenário, as companhias têm se desdobrado na construção de indicadores financeiros capazes de quantificar o retorno dessas iniciativas. “Temos exemplos fantásticos de empresas comprometidas com questões sociais e ambientais, e que precisam ser reproduzidos. Mas o Brasil tem 5 milhões de empresários. O desafio é criar escala”, conclui Henrique Luz, sócio da PwC.




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O tempo do discurso engajado está se esgotando. Agora é a capacidade de concretizar propósitos que dá o tom dos negócios sustentáveis e seleciona quem sai na frente na dinâmica do capitalismo consciente. “A última linha do balanço não é mais o fator que define as organizações de sucesso”, sentencia Ricardo Glass, fundador da Okena, empresa que trata água contaminada e oferece descarte ambientalmente adequado de resíduos industriais. A Okena faz parte do seleto grupo de empresas brasileiras que têm o selo do Sistema B, movimento global que busca criar um ecossistema favorável para fortalecer quem usa a força do mercado para solucionar problemas sociais e ambientais. Essa “genética”, entretanto, não faz com que sejam menos interessantes do ponto de vista econômico. “Não ter o lucro como objetivo principal é uma falácia. As empresas sustentáveis são ainda mais lucrativas”, enfatiza Hugo Bethlem, diretor do Instituto Capitalismo Consciente Brasil. Diante desse cenário, as companhias têm se desdobrado na construção de indicadores financeiros capazes de quantificar o retorno dessas iniciativas. “Temos exemplos fantásticos de empresas comprometidas com questões sociais e ambientais, e que precisam ser reproduzidos. Mas o Brasil tem 5 milhões de empresários. O desafio é criar escala”, conclui Henrique Luz, sócio da PwC.




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