The Economist e os brasileiros

17/10/2014

Gestão de Recursos / Temas / N@ Web / 17 de outubro de 2014
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A revista britânica The Economist já dedicou algumas capas e editoriais ao nosso país. Abaixo, temos a capa de novembro de 2009, que anunciava: o Brasil decolou! Ao lado, uma edição de setembro de 2013, em que a publicação recua: será que o Brasil desperdiçou a chance?

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crédito: reprodução

Em editorial de dezembro de 2012, o periódico afirmava que o Brasil perdia aos poucos a confiança que tinha conquistado. Sugeria a demissão do Ministro da Fazenda, Guido Mantega — no cargo até hoje. Esta semana a revista, mais uma vez, opinou sobre o País. Disse que os brasileiros deveriam eleger Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência da República, em vez de Dilma Rousseff, postulante à reeleição pelo PT. A revista elogia os assessores econômicos do tucano, mais notadamente Armínio Fraga. Considera que mais tempo do governo atual deve comprometer o crescimento do país, ao passo que a retomada vai ser benéfica socialmente para ricos e pobres. Compartilhou o texto em sua página no Facebook. E, naturalmente, causou polêmica.

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Em um dia, foram quase 2.500 curtidas e mais de 1800 compartilhamentos, juntamente com algumas centenas de comentários. Bem mais do que a maioria de suas postagens recebe. Apesar de prestigiadíssima, as postagens da Economist raramente passam de mil curtidas. Sempre elegante e polida, como manda a tradição inglesa, a revista teve seu Facebook invadido por paixões políticas. Brasileiros declarando apoio a um ou outro candidato e trocando ofensas pessoais (a tônica dessa eleição) fizeram da caixa de comentário mais um triste exemplo de interação virtual. Muitas mensagens de ódio (que preferimos não reproduzir aqui), poucas ideias.


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Tags:  The Economist Dilma Rousseff Guido Mantega Aécio Neves eleições 2014 Inglaterra Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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