Souza Barros vai atrás do investidor estrangeiro

Captação de recursos/Bimestral/Temas/Edição 81 / 1 de Maio de 2010
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A Corretora Souza Barros não quis esperar vingar a iniciativa que visa a tornar o Brasil um portal de investimentos da América Latina — a Brasil Investimentos & Negócios (Brain). Em 2009, lançou as bases para o seu plano de atração de recursos de fora do País firmando acordo com uma corretora do Uruguai. Este ano, engrossou a lista com Colômbia, Panamá e México, e o próximo da lista deve ser o Chile. “Observamos muita demanda de estrangeiros por ativos listados no Brasil. É impressionante o quanto eles já conhecem do nosso País”, declara Carlos Souza Barros, diretor da corretora.

O convênio facilita a vida dos investidores. A parceria com um corretor local dispensa a necessidade de procurar um intermediador no Brasil. O mesmo vale na via oposta. Para comprar um ativo na Colômbia, por exemplo, um investidor daqui pode usar a parceria da Souza Barros naquele país. O caminho para quem deseja fazer esse tipo de aplicação, contudo, ainda é longo. Todas as operações passam pela Souza Barros Securities, subsidiária da corretora em Miami, nos Estados Unidos, que, por sua vez, repassa as ordens para o país-alvo. Os custos também devem ser levados em conta. Além da corretagem, há incidência de IOF sobre a operação de câmbio e de imposto de renda sobre os ganhos.

E os planos da Souza Cruz vão além da América Latina. No momento, a corretora finaliza uma parceria com a Bolsa da África do Sul, que lhe dará acesso ao mercado local. O interesse, diz Souza Barros, partiu dos clientes brasileiros. “A ideia veio de um fundo de investimentos e de uma tesouraria bancária”, conta. O objetivo é fazer um novo tipo de operação: arbitrar com ativos listados na África do Sul, mas também negociados na Europa.


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Tags:  bolsa de valores Investidores estrangeiros Corretoras Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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