Sem sucesso

Programas de reinvestimento de dividendos atraem poucas companhias e têm baixa adesão

Captação de recursos/Temas/Edição 70 / 1 de junho de 2009
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Na maioria das vezes, um acionista que deseja reaplicar seus dividendos em ações tem de agir por conta própria. Os programas de reinvestimento de dividendos (PRDs) e juros sobre capital próprio são coisa rara por aqui. Apenas grandes empresas como Bradesco, Gerdau, Itaúsa, Itaú Unibanco, Metalúrgica Gerdau e Vale adotam ferramenta desse tipo. O interesse dos investidores também não é dos maiores. No Itaú, pioneiro nessa iniciativa, apenas 2 mil acionistas de uma base de 74 mil optam hoje por reinvestir seus dividendos por meio desse programa, lançado em outubro de 2004.

Segundo Geraldo Soares, superintendente de RI do Itaú Unibanco, a baixa adesão ao PRD ocorre porque ele ainda atende, principalmente, investidores que não têm tempo de gerenciar seus investimentos. “Quem possui mais conhecimento sobre o mercado prefere analisar por si próprio os melhores momentos de compra”, avalia. A quantidade de usuários tem potencial para crescer com a divulgação do serviço aos cerca de 150 mil acionistas provenientes do Unibanco, instituição à qual o Itaú se uniu neste ano, lembra Soares. O executivo baseia sua expectativa em vantagens que o serviço oferece. “O PRD permite combinar diversas ordens de compra e, com o ganho de escala, torna mais baratos os custos para o acionista”. O Itaú cobra uma taxa de corretagem de 0,25% e tarifa obrigatória da Bovespa de 0,035%, ambas baseadas no volume de investimento.

Osvaldo Burgos Schirmer, vice-presidente executivo de RI da Gerdau, afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o programa “transmite para o mercado a mensagem de uma instituição séria, interessada no retorno de longo prazo aos seus acionistas”. Questionado sobre o número de participantes do PRD, Schirmer preferiu não revelar a informação.


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