“Say on pay” ganha força nos Estados Unidos

Governança Corporativa/Relações com Investidores/Internacional/Temas/Edição 58 / 1 de junho de 2008
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As propostas de acionistas norte-americanos para a instalação de uma votação consultiva sobre a remuneração de executivos — chamada de “say on pay” — tiveram, em 2008, um apoio ligeiramente maior que no ano passado. O levantamento foi feito pela RiskMetrics, empresa de consultoria de gestão de riscos. Nas 35 assembléias de acionistas em que os resultados preliminares ou finais já são conhecidos, o apoio a propostas de “say on pay” atingiu a média de 43,1%, contra 42,5% em 2007.

No caso mais recente, ocorrido em 20 de maio, acionistas da Alaska Air Group aprovaram o direito de emitir opiniões sobre a remuneração de seus principais executivos e diretores com 53% dos votos. Outras companhias que deram sinal verde para o “say on pay” foram PG&E, Motorola, Lexmark, Apple e South Financial Group.

Nos Estados Unidos, o debate ainda está esquentando. Mas, no mercado britânico, o “say on pay” figura na pauta de discussões desde a década de 90. Em relatório divulgado no dia 30 de abril, o National Investor Relations Institute (Niri) destaca que, entre os benefícios obtidos pelos ingleses, estão a diminuição no ritmo de aumentos de remuneração dos executivos e a entrada definitiva do assunto na pauta dos conselhos de administração.

O documento também aponta algumas desvantagens da prática. Uma delas é que as empresas adeptas do “say on pay” acabam ficando mais expostas do que as demais. Outra é o potencial excesso de autoridade que os serviços de proxy advisory — consultorias que analisam e fazem recomendações de votos em assembléias — podem obter. “Se tais serviços ganharem a força que possuem no Reino Unido, os planos de remuneração podem acabar se adequando aos padrões do proxy advisory, em vez de refletir a cultura da companhia”, completa.


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Tags:  Governança Corporativa Relações com Investidores Remuneração de executivos Assembléias Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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