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Saída à inglesa
Ilustração: Rodrigo Auada

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No dia 24 de junho, os britânicos surpreenderam o mundo com a decisão de sair da União Europeia. A notícia causou alvoroço entre os economistas, que tentam prever os efeitos da Brexit, mas também atiçou os especialistas em governança corporativa. Nos últimos dias, um grupo de usuários do Twitter que discute esse tema tem feito críticas aos boards das companhias do Reino Unido pelo fato de elas não terem ponderado esse risco político em suas reuniões. Investidor ativista, James McRitchie questionou onde os conselheiros estavam enquanto o processo se desenrolava — de acordo com ele, a maior parte das 250 maiores companhias do Reino Unido não tem um plano de contingência para a situação.

A Brexit virou tema de um texto publicado no blog da National Association of Corporate Directors (NACD). A instituição listou uma série de perguntas que os conselheiros devem fazer aos diretores das companhias em que atuam diante dessa novidade. A maioria das questões envolve a provável diminuição do crescimento mundial nos próximos anos por causa da paralisia vinculada à incerteza política.


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