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Padrões trabalhistas para fornecedores entram na pauta

A agência de serviços em governança corporativa e gestão de riscos RiskMetrics resolveu investigar um tema cada vez mais importante para a reputação das empresas de grande porte: a presença de códigos ou regras formais para a adoção de padrões trabalhistas mínimos por parte dos seus fornecedores.

Os resultados da pesquisa, realizada com mais de 1,8 mil companhias globais pertencentes aos índices S&P 500, Toronto Stock Exchange 300 e Morgan Stanley EAFE, foram divulgados recentemente e considerados insatisfatórios. Constatou-se que apenas 20% das maiores empresas do mundo possuem códigos ou regras formais para assegurar a conformidade dos seus fornecedores com padrões trabalhistas mínimos.

O estudo verificou que uma parcela ainda menor de empresas (cerca de 14%) monitora a aderência de seus fornecedores aos padrões trabalhistas estabelecidos. As questões trabalhistas mais presentes nos códigos das companhias são relacionadas à discriminação no ambiente de trabalho e ao trabalho infantil ou forçado — perto de 15% do total de empresas possuem regras formais relativas a esses assuntos. Como outro resultado negativo, apenas 12% prevêem conseqüências para os fornecedores que violarem as regras trabalhistas definidas.

Segundo a RiskMetrics, os investidores devem se preocupar mais com empresas de setores considerados de alto risco e sem regras formais ou procedimentos de monitoramento dos seus fornecedores. Os cinco setores considerados de mais alto risco foram os de varejo, alimentos, bens de consumo duráveis, utensílios domésticos e bebidas e tabaco.

Apesar desse rótulo, o setor de varejo foi o que apresentou maior percentual de empresas com códigos formais para as questões trabalhistas, cerca de 50%. O relatório alerta que os eventuais problemas trabalhistas na cadeia de suprimento das empresas desses setores podem afetar seriamente a sua imagem e, em última instância, seus investidores.

Conteúdo extra

One in Five Large Firms Set Labor Supplier Standards (Corporate Social Issues Reporter).


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