Nyse Euronext quer receber mais PMEs do Brasil

Captação de recursos/Internacional/Temas/Edição 68 / 1 de abril de 2009
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Mais do que nunca, o grupo Nyse Euronext, dono da Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), quer atrair pequenas e médias empresas brasileiras para o pregão da Big Apple. Foi o que afirmou à CAPITAL ABERTO Scott Cutler, vice-presidente executivo da companhia, durante visita a São Paulo em março. Não que Cutler espere encontrar agora, no meio da crise, gente interessada em “cross listing” — venda de ações em pelo menos uma bolsa estrangeira, além da listagem doméstica. Mas o maior conglomerado de bolsas do planeta está hoje mais preparado para receber as small caps. Em março, anunciou a Nyse Amex como o primeiro mercado dos Estados Unidos para a negociação de ações de pequenas e médias.

O segmento é resultado da compra da American Stock Exchange (Amex), do qual herdou mais de 700 listagens, e equivale ao europeu Nyse Alternext. É onde escolheu se listar a China Green Agriculture, fabricante de fertilizantes, em 12 de março — a primeira listagem de origem chinesa na Nyse este ano. Para serem aceitas, as empresas precisam se encaixar apenas num dos quatro padrões previstos. Um deles requer o mínimo de US$ 3 milhões de valor de mercado em circulação, faturamento anual de US$ 750 mil, dentre outras características. Apesar de mirar empresas de porte menor no Brasil, Cutler vê poucas chances de conseguir arrastar para lá quem estiver fora da Bovespa.

Na atual seca de crédito, as listagens não são o único motivo para a Nyse se aproximar do País. Também em março, foi selado um acordo entre a Nyse Technologies e a Itaú Securities para o desenvolvimento de uma plataforma eletrônica que vai permitir a clientes do mundo inteiro operar na BM&FBovespa. “As listagens representam 12% de nossas receitas. Já a venda de tecnologia responde por 14%”, diz Cutler, mostrando que é por meio de parcerias como essa que a Nyse pretende crescer globalmente.


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