Notícia ruim, impressão boa

Relatórios sobre sustentabilidade que ignoram falhas são mal recebidos pelo público, diz estudo

Contabilidade e Auditoria/Temas/Edição 60 / 1 de agosto de 2008
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“Onde estão os problemas?” Esta pergunta resume bem o que os leitores de relatórios de sustentabilidade procuram e não acham nesses documentos. A conclusão está na pesquisa Count me in: The reader´s take sustainability reporting, da KPMG, que entrevistou 2,3 mil pessoas ao redor do mundo. Relatórios que mais se parecem com peças publicitárias, destacando somente as situações em que a atuação da empresa foi positiva, são mal recebidos pelos leitores.

O equilíbrio na divulgação de notícias boas e ruins é um elemento-chave, pois demonstra compromisso com a sustentabilidade e agrega credibilidade à companhia. Para os leitores, a realização de painéis entre acionistas e a área de sustentabilidade da empresa tende a tornar os relatórios mais elaborados, pois o público quer apontar os temas a serem tratados nos relatórios. “A leitura desses documentos está mais crítica”, diz Denise Saboya, gerente de sustentabilidade da KPMG.

Um exemplo de assunto que o leitor quer encontrar no relatório de sustentabilidade é a conseqüência do aquecimento global para os negócios da companhia. Quem dá a dica é Alexandre Heinermann, líder da área de sustentabilidade da KPMG no Brasil. Alguns setores, como o de seguros, são diretamente afetados por essas mudanças. Já outras empresas, como as companhias aéreas, têm ligação direta com as causas da mudança climática em curso no mundo. “Nos dois casos, o assunto merece ser tratado no relatório”, diz Heinermann.

As empresas que pensam em seguir as recomendações dadas pelo estudo não devem se esquecer de submeter o relatório a um auditor independente. Os leitores tratam a chancela de um terceiro como “necessária”.


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