Nasdaq cede e libera listagem das Spacs, mas com regras duras

Captação de recursos/Internacional/Temas/Edição 55 / 1 de março de 2008
Por , , e


A bolsa eletrônica Nasdaq anunciou em fevereiro que pretende propor regras que permitam a listagem das controvertidas Special Purpose Acquisition Companies (Spacs), empresas voltadas para aquisições. Responsáveis por 25% do número de IPOs (oferta pública inicial, na sigla em inglês) realiza- dos em 2007 e por 53% dos que aconteceram este ano, elas só podiam ser listadas na American Stock Exchange. Por causa da má reputação, a Bolsa de Nova York recusou-se a negociar ações das Spacs. A própria Nasdaq não aceitava listá-las, mas mudou de posição com a informação de que esse tipo de empresa arrecadou, em 2008, cerca de 75% de tudo que foi investido em IPOs nos Estados Unidos.

Na prática, uma Spac é formada por um grupo de gestores interessados em adquirir uma empresa para gerenciá-la. Eles procuram um banco de investimento para levantar capital em bolsa. Uma taxa (cerca de 10%) é cobrada pelo banco, e os gestores têm dois anos para comprar uma empresa de um mercado a ser escolhido. Cerca de 20% dos lucros da companhia adquirida ficam com os gestores e, se a aquisição não acontecer nesse período, o investidor tem seu dinheiro de volta. A má fama vem da impressão de que as Spacs são uma forma que bancos de investimentos e gestores encontraram para arrecadar grandes quantias, deixando boa parte dos riscos para os investidores, que se tornam acionistas das empresas adquiridas.

Pensando nesses problemas, a Nasdaq divulgou que vai adotar regras de listagem mais rigorosas para as Spacs. Uma delas é que a aquisição deve ser aprovada pelos acionistas e pela maioria dos diretores da Spac. Outra diz respeito ao tempo máximo para a aquisição, que passaria de dois anos para três. A medida tentaria evitar aquisições precipitadas.


Quer continuar lendo?

Faça um cadastro rápido e tenha acesso gratuito a três reportagens mensalmente.
Tenha o melhor conteúdo do mercado de capitais sem limites ou interrupção.
Assine a partir de R$ 4,90 (nos 3 primeiros meses).
Você está lendo {{count_online}} de {{limit_online}} matérias gratuitas por mês

Você atingiu o seu limite de {{limit_online}} matérias por mês. X

Ja é assinante? Entre aqui >

ou

Aproveite e tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo sobre mercado de capitais!

Básica

R$ 4, 90*

Nos três primeiros meses

01 Acesso Digital
-
10% de Desconto em grupos de discussão e workshops
10% de Desconto em cursos
Acervo Digital
sem áudos**
A partir do 4° mês, o valor cobrado séra de R$36,00

Completa

R$ 9, 90

Nos três primeiros meses

01 Acesso Digital
01 Edição Impressa
10% de Desconto em grupos de discussão e workshops
10% de Desconto em cursos
Acervo Digital
sem áudos**
A partir do 4° mês, o valor cobrado séra de R$42,00

Corporativa

R$ 14, 90

Nos três primeiros meses

05 Acessos Digitais
01 Edição Impressa
15% de Desconto em grupos de discussão e workshops
15% de Desconto em cursos
Acervo Digital
sem áudos**
A partir do 4° mês, o valor cobrado séra de R$69,00

Clube de conhecimento

R$ 19, 90

Nos três primeiros meses

05 Acessos Digitais
01 Edição Impressa
20% de Desconto em grupos de discussão e workshops
20% de Desconto em cursos
Acervo Digital
com áudos**
A partir do 4° mês, o valor cobrado séra de R$89,00

**Áudios de todos os grupos de discussão e workshops.




Participe da Capital Aberto:  Assine Anuncie


Tags:  Nasdaq Encontrou algum erro? Envie um e-mail



Matéria anterior
Revés de última hora
Próxima matéria
Acionista de banco em falência não deve ter voz, diz Reino Unido



Comentários

Escreva o seu comentário sobre este texto!

O seu endereço de e-mail não será publicado.



Recomendado para você





Leia também
Revés de última hora
No último dia 26, o Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (ou Conselhinho, como é mais conhecido) absolveu...