Mercado de ofertas iniciais ressurge antes do esperado

Bimestral/Gestão de Recursos/Temas/Edição 74 / 1 de outubro de 2009
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Ao longo deste ano, a expectativa era a de que as ofertas públicas de ações ficariam concentradas em emissões subsequentes (os chamados follow-ons), lançadas por companhias já listadas. Ofertas iniciais (IPOs) seriam uma possibilidade apenas para operações colossais como a da Visanet, que, em junho, captou R$ 8,3 bilhões. Empresas menores com planos de entrar na bolsa deveriam se contentar, por ora, em captar com títulos de dívida. Mas o curso dos acontecimentos mudou, para melhor, e antes do esperado.

Os sinais de reaquecimento começaram com o IPO da Tivit, que captou R$ 660 milhões no fim de setembro. Também seguiam em análise as estreias da empresa de engenharia Direcional e da Cetip, ambas no Novo Mercado; e da Brazilian Finance & Real State, no Nível 1 — todas operações que passam longe das cifras de Visanet. José Olympio Pereira, do Credit Suisse, se diz surpreso com a rápida retomada. “Estamos reinaugurando o mercado de IPOs, com espaço para ofertas em torno de R$ 700 milhões.”

Os números também estão se saindo mais vultosos que o previsto. No ano passado, foram emitidos
R$ 34,8 bilhões em ofertas de ações (IPOs e follow-ons) e de units. Em 2009, até o fim de setembro, o total era de R$ 21,9 bilhões. Somados os mais de R$ 15 bilhões cogitados para a oferta de units do Santander (não precificada até o encerramento desta edição), o total de 2009 já passaria os R$ 37 bilhões. Isso sem levar em conta as ofertas em análise na Anbid e na CVM, como os follow-ons de PDG, Rossi Residencial, Brookfield Incorporações, CCR, Cyrela, Iguatemi, Marfrig e Gol. No último dia 28, a CSN informou que avaliava segregar parte de seus ativos e, como resultado, poderia realizar uma oferta de ações. O mercado espera que o plano resulte em um IPO da mina Casa de Pedra.


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