Mercado andino está prestes a receber sinal verde

Captação de recursos/Bimestral/Internacional/Temas/Edição 91 / 1 de março de 2011
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O mês de março será decisivo para o Mercado Integrado Latinoamericano (Mila), formado pelas bolsas de Peru, Chile e Colômbia. Até o fim deste mês, é aguardado o resultado da fase de testes de integração, que poderá dar o sinal verde para que as três bolsas comecem a negociar suas ações simultaneamente. A junção das bolsas de valores de Lima, Santiago e Bogotá vai formar o segundo maior mercado de valores mobiliários da América Latina, atrás apenas da BM&FBovespa.

A inauguração do Mila era esperada para janeiro deste ano. No entanto, em dezembro, a notícia de que a Bolsa do Peru deixaria de fazer parte do grupo atrapalhou o processo de integração. A decisão veio após o Congresso peruano terminar 2010 sem a aprovação de um projeto de lei que buscava diminuir para 5% o imposto de renda sobre os ganhos de capital no mercado de renda variável. A medida era considerada fundamental para evitar que o mercado de capitais do Peru ficasse em desvantagem em relação à Colômbia e ao Chile. Em janeiro, o país conseguiu aprovar o projeto e confirmou sua presença no Mila.

Além da integração dos mercados, as bolsas de Lima e Bogotá anunciaram que vão se juntar numa só companhia. Pelo acordo, a bolsa colombiana terá participação de 64% na nova empresa e a peruana, de 36%. Operacionalmente, no entanto, continuarão a funcionar nos seus respectivos países, sendo supervisionadas pelas autoridades reguladoras de cada um. Com base nos valores do fim de 2010, as duas bolsas terão uma capitalização de mercado de US$ 378 bilhões, abaixo da BM&FBovespa (US$ 1,5 trilhão), da Bolsa Mexicana de Valores (US$ 454,3 bilhões) e da própria Bolsa de Santiago (US$ 341,8 bilhões).


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