Investidores querem mais informações sobre ESG

Relações com Investidores/Internacional/Temas/Edição 71 / 1 de julho de 2009
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Sete dos dez principais gestores e investidores institucionais — que, juntos, possuem US$ 130 bilhões aplicados em mercados emergentes — apontaram a falta de transparência nas informações sociais, ambientais e de governança corporativa (ESG, na sigla em inglês) como o principal desafio que as companhias sediadas em países emergentes precisam superar. A conclusão faz parte de uma pesquisa conduzida pela Emerging Markets Disclosure (EMD), uma coligação internacional de investidores e organizações que trabalha para aprimorar a transparência nos dados de sustentabilidade fornecidos pelas companhias.

A pesquisa mostra que a má divulgação dos dados relativos a ESG pode minar a confiança dos investidores no mercado emergente. “Os analistas de investimentos precisam conhecer essas informações para identificar as companhias mais sustentáveis”, afirma Mike Lombardo, analista de sustentabilidade da Calvert Investments e líder do projeto EMD na África do Sul.

A boa notícia é que o Brasil e a África do Sul aparecem, no estudo, entre os países que mais progrediram na divulgação do ESG, apoiados pela criação de um índice de sustentabilidade. Das dez companhias preferidas pelos investidores, três são brasileiras: Petrobras, Vale e Ambev. As outras da lista são as coreanas Samsung e Posco, a chinesa China Mobile, a taiwanesa Taiwan Semiconductor, a mexicana America Movil, a israelense Teva, e a russa Gazprom.


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