Investidores institucionais exigem mais transparência dos gestores alternativos

Gestão de Recursos/Internacional/Temas/Edição 57 / 1 de maio de 2008
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Depois de uma grande procura pelo alto retorno dos fundos hedge, private equity e de real state (os chamados alternativos), investidores institucionais começaram a se preocupar com a deficiência nos quesitos transparência, governança e regulação desses gestores. Essa é a conclusão da pesquisa produzida pela PricewaterhouseCoopers em cooperação com a Economist Intelligence Unit (EIU). Apesar dos resultados, considerados insatisfatórios, os clientes institucionais afirmaram que pretendem direcionar parcelas ainda maiores de seus recursos para esse tipo de investimento. Cerca de 220 executivos das Américas, da Ásia e da Europa participaram do estudo, concluído em janeiro deste ano.

Um dos maiores pontos de insatisfação é com a falta de transparência e de governança. De acordo com a pesquisa, a divulgação de informações é considerada não-satisfatória em algumas áreas. A maioria das gestoras reporta apenas a estratégia de investimento e o desempenho dos fundos; só 34% revelam suas técnicas de valuation e falam do uso de terceiros como administradores; 41% comunicam potenciais conflitos de interesse.

O estudo afirma que a insatisfação dos investidores está ligada à queda da rentabilidade oferecida pelas aplicações alternativas. Apesar do principal critério de escolha por um gestor de investimentos ainda ser o desempenho (72%), sua troca acontece também pela falta de compliance de gerenciamento de risco, com 41% das menções. Os fundos não concordam com a percepção dos investidores: 70% deles se consideram “efetivos” na contabilidade e na divulgação de transações e 57% afirmam que são corretos ao lidar com conflitos de interesse.

Conteúdo extra

Acesse a íntegra do estudo da PricewaterhouseCoopers.


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