Coreia do Sul usa ativismo contra a corrupção

O National Pension Service (NPS), fundo de pensão gerido pelo governo da Coreia do Sul, está sofrendo pressão de vários setores sociais para se tornar mais ativista.

Governança Corporativa/Internacional/Edição 128 / 1 de abril de 2014
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O National Pension Service (NPS), fundo de pensão gerido pelo governo da Coreia do Sul, está sofrendo pressão de vários setores sociais para se tornar mais ativista. De acordo com a agência de notícias sul-coreana Yonhap, o maior investidor do país está sendo compelido a lutar contra a incompetência e a corrupção nas empresas em que investe. Outra atitude pedida pela sociedade local seria recomendar a auditores e conselheiros independentes que ajudem a diminuir práticas duvidosas e de má qualidade, com potencial de reduzir a geração de valor para os acionistas.

Até mesmo a presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, já demonstrou seu desejo de ver um NPS mais ativista. Quando concorreu ao cargo atual, em 2012, tinha entre suas bandeiras a ideia de que o fundo deveria usar seu poder de voto para promover a governança corporativa no país. Se o NPS ceder às pressões, será uma mudança em sua cultura: tradicionalmente, ele evita se envolver na gestão das empresas nas quais aporta recursos.

Criado em 1988, é o terceiro maior fundo de pensão do mundo: conta com cerca de US$ 400 bilhões em recursos sob gestão, 20 milhões de contribuintes e 3,2 milhões de pensionistas. Atualmente, possui fatias de 5% ou mais em 267 empresas listadas, como Samsung, Hyundai e LG. Isso o coloca em posição privilegiada para exercer influência na gestão.


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