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Powell reitera a probabilidade de manter os juros altos por mais tempo
Para o presidente do Fed, é necessário ter paciência e esperar por evidências de que a inflação continue a reduzir
Powell, Powell reitera a probabilidade de manter os juros altos por mais tempo, Capital Aberto

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, reiterou nesta terça-feira (14) que o banco central americano deve ser paciente e esperar por evidências de que a inflação continue a reduzir, reforçando a necessidade de manter os juros altos por mais tempo. 

“Não esperávamos que fosse um caminho tranquilo, mas esses números foram mais altos do que eu acho que qualquer pessoa esperava”, disse Powell, referindo-se à falta de progresso na inflação no primeiro trimestre. “Precisamos ser pacientes e permitir que a política restritiva faça seu trabalho. Parece que levará mais tempo para nos tornarmos confiantes de que a inflação está se reduzindo para 2% ao longo do tempo”, acrescentou.

Durante o evento organizado pela Foreign Bankers’ Association em Amsterdã, o presidente do Fed descreveu a política atual como restritiva por “muitas, muitas medidas”, mas observou que o tempo dirá se as taxas estão suficientemente altas para trazer a inflação de volta à meta de 2%. Powell reiterou ainda que não é provável que o próximo movimento do banco central seja um aumento.

“Achamos que provavelmente é uma questão de apenas manter essa postura por mais tempo”, explicou Powell.

No início deste mês, o Fed manteve a taxa de juros no intervalo entre 5,25% e 5,50% ao ano, patamar mais alto em 23 anos. 

Índices de Preços ao Produtor

Mais cedo, o índice de preços ao produtor, uma medida de preços no atacado (PPI, na sigla em inglês), superou todas as previsões dos economistas em abril, ao registrar uma aceleração de 0,5%, segundo dados do Departamento do Trabalho. No discurso, Powell descreveu o relatório como “misto”.
O núcleo do PPI, que exclui variações de alimentos, energia e serviços comerciais, subiu 0,4% em abril, acelerando ante os 0,2% de março. Em 12 meses, até abril, o núcleo da inflação aumentou 3,1%, o maior avanço desde abril de 2023, quando registrou 3,4%.

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