Oportuno ou de mau gosto? Goldman Sachs fala sobre o medo do ebola em relatório financeiro

17/10/2014

Gestão de Recursos/N@ Web / 17 de outubro de 2014
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A maior epidemia de ebola da história está acontecendo agora. Já foram registrados 9.216 casos em sete países, totalizando 4.555 mortes. A maioria dos casos se concentrou nos países africanos Guiné, Serra Leoa e Libéria. A doença saiu do continente e aterrissou na Espanha e nos Estados Unidos. O Brasil já teve casos suspeitos, mas nenhuma confirmação.

Naturalmente, as pessoas temem o avanço do vírus. A taxa de mortalidade é bastante alta e muitos duvidam de que o mundo esteja preparado para tratar os doentes e conter a epidemia; temem uma praga. A preocupação chegou ao mundo financeiro. O banco Goldman Sachs escreveu, em um relatório, que não há o que temer, ao menos economicamente. Os mais recentes temores de vírus mortais, como a gripe suína e a gripe aviária, não tiveram impacto algum na economia americana, nem sequer diminuíram o número de turistas circulando pelo país. Para a instituição financeira, o medo do ebola constitui um risco maior do que o ebola em si.

A análise repercutiu na internet, com alguns usuários ironizando a atitude do banco de se debruçar sobre o tema. “Vamos esperar que eles são melhores em [prever os efeitos do] ebola do que eles foram na Copa do Mundo”, comentou um usuário do Twitter. Em maio, o banco previu vitória do Brasil no Mundial em casa, em julho passado. Como todos dolorosamente sabemos, a Seleção foi eliminada pela Alemanha na semifinal, por 7 a 1. Será que faltou sensibilidade da parte do Goldman Sachs?


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