No jogo do mercado

Estruturadores desenvolvem FIDCs e FIPs para capitalizar clubes de futebol

Gestão de Recursos/Edição 112 / 1 de dezembro de 2012
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O Grêmio decidiu inovar na gestão profissional do futebol. O time está montando um fundo de investimentos em direitos creditórios (FIDC) lastreado nos direitos de transmissão do campeonato brasileiro, a serem pagos pela Rede Globo. A gestora de recursos Quantitas é a estruturadora do fundo, que deve ser lançado até o fim do ano. O plano é levantar cerca de R$ 50 milhões com o FIDC, que terá aporte mínimo de R$ 1 milhão. Luiz Fernando Vasconcellos, sócio da consultoria Tercon, especializada na estruturação de FIDCs, espera que o modelo interesse a outros clubes.

Além do FIDC, o clube gaúcho pretende montar um fundo de investimentos em participações (FIP) para apostar em jovens atletas com potencial de venda no futuro. Os recursos captados pelo fundo serão alocados em uma companhia criada especificamente para negociar direitos econômicos de jogadores.

Para Fernando Fontes, diretor e sócio-fundador do Grupo Petra, o futebol brasileiro segue, mais uma vez, o europeu, em que o uso do mercado de capitais por esse segmento é bem mais usual. Fontes não quis revelar nome nem divisão, mas afirma que já está negociando com um clube brasileiro a estruturação de um FIDC-NP, voltado para compra e venda de atletas. Ao contrário dos fundos lastreados em direitos de transmissão e contratos de televisão, os voltados para jogadores possuem um nível maior de risco, uma vez que esses atletas estão sujeitos a lesões. Para ele, o investidor interessado em entrar nessa jogada deve ser “superqualificado” e estar ciente de que pode perder 100% do capital investido no ativo. (André Rossi)


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Tags:  gestão de recursos FIDC FIDCs FIPs gestão futebol Grêmio fundo de investimentos campeonato brasileiro Rede Globo Quantitas Luiz Fernando Vasconcellos Tercon clube Fernando Fontes Grupo Petra Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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