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Mercados fecham com viés misto, de olho em inflação
Investidores reagem à notícia de que o governo Biden anunciará novas taxas à China sobre setores estratégicos, incluindo veículos elétricos
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Os dados de inflação das três maiores economias do mundo – China, Estados Unidos e zona do euro – dão o tom para os mercados mundiais nesta semana, com a Ásia dando o pontapé inicial.

De modo geral, a expectativa era de um cenário positivo para os mercados neste início de semana, com os investidores digerindo a possibilidade de corte de juros nos EUA em setembro. No entanto, a notícia de que o governo Joe Biden anunciará novas tarifas sobre setores estratégicos da China, incluindo sobre veículos elétricos, se sobrepôs ao otimismo com os juros.

Com isso, Wall Street revisita os picos recentes. Do lado das commodities, os preços do petróleo estão caindo para a mínima em dois meses, enquanto o dólar também cai.

A expectativa é Biden anuncie as medidas ainda hoje, mantendo as tarifas existentes sobre muitos produtos chineses estabelecidas pelo ex-presidente Donald Trump, além de adicionar novas tarifas para semicondutores e equipamentos solares.


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O Dow Jones encerrou o pregão em baixa de 0,18%, a 39.442 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,03%, a 5.220 pontos, e o Nasdaq Composite subiu 0,26%, a 16.383 pontos. Já no Brasil, o Ibovespa encerrou com viés positivo de 0,44%, aos 128.154 pontos.

Para o Morgan Stanley, o impacto inflacionário de uma escalada da guerra tarifária entre EUA e China vai desgastar os nervos nos mercados globais de títulos públicos. Na verdade, o sentimento em todos os mercados provavelmente será afetado negativamente.

Os números divulgados no sábado mostraram que a inflação de preços ao consumidor na China no mês passado foi um pouco mais forte do que o esperado, mas a deflação ao produtor se aprofundou, uma indicação de que as pressões sobre os preços dos gasodutos permanecem firmes para o lado negativo.

Além disso, os números mostraram que novo empréstimo bancário na China caiu mais do que o esperado em abril, enquanto o crescimento amplo do crédito atingiu uma mínima recorde, ressaltando o quão lenta é a recuperação econômica e a necessidade de mais ação de Pequim para acelerá-la.

As leituras de inflação dos EUA e da zona do euro para abril serão divulgadas na quarta (15) e na sexta-feira (17), respectivamente, o que os investidores esperam que dê uma imagem mais clara da trajetória das taxas de juros nos próximos meses.


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