Fundações mexicanas podem comprar mais ativos estrangeiros

Bimestral / Governança Corporativa / Temas / Internacional / Edição 93 / 1 de maio de 2011
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Os fundos de pensão mexicanos terão um estímulo para tornar mais arrojadas suas estratégias de investimento. A Comissão Nacional para a Previdência do México (Consar) deve permitir, no início deste mês, que as fundações contratem gestoras de recursos terceirizadas, inclusive estrangeiras, para gerir seus recursos. A expectativa é que a expertise trazida por essas firmas incentive os fundos de pensão a diversificarem o destino dado à poupança dos trabalhadores, sobretudo aumentando sua exposição a ativos internacionais.

Conhecidos como afores (administradoras de fondos para el retiro, em espanhol), os fundos de pensão mexicanos podem investir, por lei, 20% dos seus recursos em ações e títulos estrangeiros. De acordo com a Consar, as fundações administravam, no fim de fevereiro, 1,38 trilhão de pesos (US$ 117,7 bilhões). Em média, durante a última década, seus ativos têm crescido 24% anualmente. “As novas regras vão permitir que as afores convidem os mais sofisticados e experientes gestores para ajudar a maximizar os retornos”, declarou Pedro Ordorica, chefe da Consar, durante uma conferência em Acapulco. “Isso irá enriquecer o nosso conhecimento financeiro e alargar as perspectivas do mercado mexicano.”

Desde que as fundações mexicanas foram privatizadas na década de 90, os gestores de fundos pouco têm diversificado seus portfólios. A maior parte do dinheiro é aplicada conservadoramente em títulos do governo. A medida, conforme a Consar, ajudará as fundações menores a competir com as grandes, que têm mais recursos para investir em equipes internas dedicadas à análise de investimento.


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