Experiência no Nordeste anima gestores

Gestão de Recursos/Especial/Internacional/Especial Private Equity 2011/Temas / 1 de junho de 2011
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Opções de investimento na Região Nordeste chamam cada vez mais a atenção de fundos interessados em diversificar seu portfólio e abrir novas fronteiras de negócios. Inclusive quem já olha para lá há algum tempo, como a Rio Bravo, mostra interesse crescente pela região.

Com um escritório no Recife, a gestora lançou, em 2003, o Fundo Nordeste I, com R$ 18 milhões direcionados a start-ups. Em 2008, foi a vez do Nordeste II, com R$ 132 milhões e um foco em empresas com faturamento até R$ 100 milhões. O fundo investe atualmente em três empreendimentos: Multdia, companhia potiguar que atua na área de alimentos; T&A, que fabrica pré-moldados de concreto no Ceará; e a Estaf, que loca equipamentos industriais em Pernambuco. Dois outros investimentos em empresas devem ser concluídos até o fim do ano. “E ainda teríamos, pelo menos, outros cinco de alta qualidade a fazer”, afirma Paulo Silvestri, diretor de private equity da Rio Bravo. Após a conclusão do segundo fundo voltado ao Nordeste, a gestora poderá avaliar a possibilidade de criar um terceiro. “Mas não há nada definido”, acrescenta.

A Cesar Par também tem atraído investidores para o Nordeste. Guilherme Cavalcanti, CEO da gestora, conta que mantém conversas avançadas com investidores dos Estados Unidos e da Europa para montar um fundo focado na região. Em paralelo, ele trabalha para alavancar o crescimento de uma de suas investidas — a Joy Street, que desenvolve jogos usados nas escolas públicas do Recife e do Rio de Janeiro. “Estamos conversando com um fundo estrangeiro que poderá contribuir com a internacionalização da empresa”, declara.


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