Empresas ganham aval para ir ao Novo Mercado

Captação de recursos/Temas/Edição 57 / 1 de maio de 2008
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Algumas empresas namoram de longe o Novo Mercado desde que fizeram o seu IPO. Por pertencerem a setores estratégicos da economia e enfrentarem restrições como controle acionário definido ou limite na presença de capital estrangeiro, elas não puderam se listar em um segmento que só aceita companhias que tenham 100% de suas ações ordinárias. Ainda assim, é possível fazer ajustes para conciliar as regras das agências reguladoras com as do Novo Mercado. Foi o que fizeram a Equatorial Energia e o Banco Pine, que há tempos planejavam a mudança de segmento.

A Equatorial Energia anunciou a migração no fim de abril. Até o ano passado, se fizesse a conversão das ações para ordinárias, o controlador ficaria com menos de 50% das ações. “Já tínhamos feito um pleito formal na Agência Nacional de Energia Elétrica com o objetivo de pulverizar o controle da companhia, mas a agência nos respondeu que precisaria criar uma diretriz específica para tratar desse assunto, e isso levaria tempo”, conta Leonardo Dias, diretor financeiro e de Relações com Investidores. A solução veio por meio de uma reorganização societária que permitiu fazer a conversão das ações mantendo o controle acionário definido.

Desde o prospecto da oferta inicial de ações (IPO), o Banco Pine também sinalizava a intenção de migrar para o Novo Mercado. Nesse caso, a preocupação era quanto à presença relevante dos estrangeiros no capital. “Dos 30% do capital da empresa ofertados no IPO, uma parcela de 78% foi adquirida por investidores de fora, o que representa algo como 24% do capital total do banco”, diz o diretor de Relações com Investidores do Banco Pine, Clive Botelho. Em abril, o banco recebeu autorização do Conselho Monetário Nacional (CMN) para ter até 49% do capital em mãos de estrangeiros. “O próximo passo é submeter o pleito ao decreto presidencial”, explica Botelho.


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